
Um dia, há alguns anos, peguei a cabeça, o lápis e o papel; saiu o texto abaixo: "Em minha nobre despedida, o mundo ao meu lado parou,
um povo sem razão de partida, que nem ao menos o coração usou,
esconde em uma cela perdida aquilo tudo que um dia ganhou,
e contra toda essa essência mal sentida, algo dentro de mim gritou
fui um amante da vida, um louco que de amor se alimentou." Nesse verso contestei a falta de intensidade das pessoas. Citei o amor, mas de uma forma geral; a vida como um todo, cada partezinha dela. Diga não à robotização, diga sim às surpresas da inovação e ao jogo de cintura. A vida foi feita pra arriscar; tudo com moderação, é lógico! Então beba sua vida com moderação, intensifique-se!
um povo sem razão de partida, que nem ao menos o coração usou,
esconde em uma cela perdida aquilo tudo que um dia ganhou,
e contra toda essa essência mal sentida, algo dentro de mim gritou
fui um amante da vida, um louco que de amor se alimentou." Nesse verso contestei a falta de intensidade das pessoas. Citei o amor, mas de uma forma geral; a vida como um todo, cada partezinha dela. Diga não à robotização, diga sim às surpresas da inovação e ao jogo de cintura. A vida foi feita pra arriscar; tudo com moderação, é lógico! Então beba sua vida com moderação, intensifique-se!
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